"Os discípulos João e Pedro correndo ao Santo Sepulcro"

Discípulos João e Pedro - Eugene Burnand (pintor suíço)

É manhã de domingo muito cedo. Os discípulos João e Pedro correm apressados ao Santo Sepulcro: Maria Madalena lhes falou que viu o Mestre vivo, e os dois homens estão correndo à tumba.

Pedro havia negado Jesus por três vezes na noite da morte de Jesus. Os olhos de Pedro revelam o coração dele, os olhos que são a janela da alma. " É verdade ?" ele se pergunta. Ele "está vivo? Isto Ele é o que nos falou, mas como pode ser? Ele me Perdoará?" a túnica de Pedro é preta, representando a dúvida e negação de tudo em nós. As mãos dele mostram os sinais de anos de labuta e trabalho duro como um pescador (agora será pescador de homens). A mão direita dele está em cima do coração que contém a esperança que
ele tem de que o que Jesus disse é verdade. Pedro conduzirá a Igreja.


João, o discípulo amado, o favorito do Mestre está seguro do que ouviu. Ele é vestido em branco que representa a pura fé dele, enquanto nunca questionando, sempre acreditando. Ele se lembra do sofrimento que testemunhou, dos assuntos eternos que Jesus lhe ensinou, e sabe que é verdade: Ele subiu! O amor dele para o Mestre é grande, e as mãos dele são apertadas em expectativa, esperançoso, grato, pronto a abraçar o Deus dele.

João corre à frente de Pedro pois está seguro na fé
e a alegria expectante no coração faz com que apresse o passo.


(http://www.christcenteredmall.com/stores/art/burnand/les-disciples.htm)

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segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Luz do sol

Luz do Sol (Caetano Veloso) (Através deste lindo poema, desta linda canção, Caetano exprime um pouco do sentimento do coração humano, um pouco da beleza, da inquietação, da pergunta, do desejo... e da liberdade "dono do sim e do não diante da visão da INFINITA BELEZA" - verdadeiramente uma linda canção) Luz do sol que a folha traga e traduz Em ver de novo em folha, em graça em vida, em força, em luz... Céu azul, que venha até onde os pés tocam a terra E a terra inspira e exala seus azuis... Reza, reza o rio, córrego pro rio, rio pro mar Reza correnteza roça a beira a doura areia... Marcha um homem sobre o chão Leva no coração uma ferida acesa Dono do sim e do não diante da visão da infinita beleza... Finda por ferir com a mão essa delicadeza a coisa mais querida A glória, da vida... Luz do sol que a folha traga e traduz em ver de novo Em folha, em graça e vida, em força, em luz... Reza, reza o rio córrego pro rio, rio pro mar Reza correnteza roça a beira a doura areia... Marcha um homem sobre o chão leva no coração uma ferida acesa Dono do sim e do não diante da visão da infinita beleza... Finda por ferir com a mão essa delicadeza A coisa mais querida a glória, da vida... Luz do sol que a folha traga e traduz Em ver de novo em folha, em graça em vida, em força, em luz..

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