A postura adequada de cada pessoa diante da realidade deveria ser como de uma criança pequena que se encanta com as coisas que vai conhecendo, que vai descobrindo... com o mundo que faz parte de sua realidade e com sua realidade que é uma parte constituinte deste grande mundo.
Olhar de curiosidade, olhar sempre escancarado... os olhos arregalados, fascinados pela beleza daquilo que encontra (as pessoas, animais, plantas e as coisas que existem – materiais e os fenômenos físicos, químicos e biológicos – a natureza, animais, etc – o pôr-do-sol... até mesmo as coisas que o homem cria e transforma, desde um simples lápis ao mais moderno protótipo de inovação tecnológica que existe)
O problema é que nos acostumamos com os milagres, com as coisas que existem e que Deus criou. Imagine qual seria a postura de espanto e admiração para a hipótese de alguém que viesse ao mundo com 20 anos de idade (idade cronológica compatível com idade emocional, psicológica, moral e espiritual). A primeira reação de uma pessoa nestas circunstâncias seria de total admiração e MARAVILHAMENTO. De CONTEMPLAÇÃO.
Inevitavelmente, esta pessoa, deveria se levar à sério e levar à sério as coisas existentes, mas, principalmente, se daria conta de que Alguém criou as coisas.
Maior encantamento, ao perceber que tudo foi criado para o próprio homem. A própria dinâmica natural das coisas que existem é totalmente adequada ao homem.
A conseqüência seria uma maior abertura a se relacionar com o próprio Deus, uma abertura para consigo mesmo, uma disponibilidade para se relacionar adequadamente com as outras pessoas e com as coisas existentes.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Um olhar escancarado à Realidade
A postura adequada de cada pessoa diante da realidade deveria ser como de uma criança pequena que se encanta com as coisas que vai conhecendo, que vai descobrindo... com o mundo que faz parte de sua realidade e com sua realidade que é uma parte constituinte deste grande mundo.
Olhar de curiosidade, olhar sempre escancarado... os olhos arregalados, fascinados pela beleza daquilo que encontra (as pessoas, animais, plantas e as coisas que existem – materiais e os fenômenos físicos, químicos e biológicos – a natureza, animais, etc – o pôr-do-sol... até mesmo as coisas que o homem cria e transforma, desde um simples lápis ao mais moderno protótipo de inovação tecnológica que existe)
O problema é que nos acostumamos com os milagres, com as coisas que existem e que Deus criou. Imagine qual seria a postura de espanto e admiração para a hipótese de alguém que viesse ao mundo com 20 anos de idade (idade cronológica compatível com idade emocional, psicológica, moral e espiritual). A primeira reação de uma pessoa nestas circunstâncias seria de total admiração e MARAVILHAMENTO. De CONTEMPLAÇÃO.
Inevitavelmente, esta pessoa, deveria se levar à sério e levar à sério as coisas existentes, mas, principalmente, se daria conta de que Alguém criou as coisas.
Maior encantamento, ao perceber que tudo foi criado para o próprio homem. A própria dinâmica natural das coisas que existem é totalmente adequada ao homem.
A conseqüência seria uma maior abertura a se relacionar com o próprio Deus, uma abertura para consigo mesmo, uma disponibilidade para se relacionar adequadamente com as outras pessoas e com as coisas existentes.
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